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O Motor · Valinhos (SP) · Indústria

Fiolux dobra a capacidade com fábrica de R$ 20 milhões em Valinhos e abre 30 vagas

A indústria familiar de materiais elétricos, com 33 anos de história e faturamento que triplicou em uma década, inaugurou planta de 3,6 mil metros quadrados. A meta declarada é sair de 160 para 250 colaboradores.

Praça em Valinhos (SP): cidade da região de Campinas abriga a nova fábrica da Fiolux
Praça em Valinhos (SP): cidade da região de Campinas abriga a nova fábrica da Fiolux · Foto: Paulo Humberto/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

A Fiolux, indústria de materiais elétricos de gestão familiar com 33 anos de estrada, colocou de pé em Valinhos, no interior paulista, uma fábrica de 3.600 metros quadrados que custou R$ 20 milhões. O efeito prático, nas palavras do vice-presidente Victor Amorim ao portal Sala da Notícia: “praticamente 100% de expansão da capacidade instalada”. Em bom português, a empresa dobrou de tamanho produtivo de uma vez.

Para o leitor que procura emprego na região de Campinas, a parte que interessa tem número: são 30 vagas abertas agora, num quadro que a empresa planeja levar dos atuais 160 colaboradores para 190 no curto prazo e 250 na sequência. Meta declarada de empresa não é carteira assinada, e este jornal trata projeção como projeção. Mas vaga aberta hoje é fato, e 30 postos industriais numa tacada só é notícia em qualquer cidade do interior.

O que sustenta a aposta é a década que passou: o faturamento da Fiolux triplicou nos últimos dez anos, segundo a empresa, que não abre o valor. A casa fabrica equipamentos e materiais elétricos para os mercados profissional, industrial e residencial, o tipo de produto que acompanha cada obra, cada galpão e cada reforma do país, e que cresce junto com o ciclo da construção.

A régua honesta de sempre: os números de quadro de pessoal e de faturamento são declarados pela própria empresa, sem auditoria pública para conferir. O que se verifica a olho é a fábrica de pé, o endereço em Valinhos e as vagas anunciadas. É mais do que muita promessa de pavilhão por aí oferece.

No retrato maior, a Fiolux entra na mesma coluna do caderninho em que este jornal vem somando Galvanotek e Mepel: a empresa familiar de interior que cresce degrau por degrau, dobra a capacidade com capital próprio e contrata onde já está. Nenhuma dessas três apareceu em capa de revista de negócios. Faturam, empregam e expandem assim mesmo. Talvez por isso.

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